O Test behind the Great Firewall of China, confirmou mais uma vez que nosso blog ESTÁ BLOQUEADO NA CHINA. A máquina repressiva impede o acesso em Pequim (confira); em Shangai (confira); e agora em Guangzhou (confira). Hong Kong é a exceção (confira). Enquanto Pequim não cobrar medidas coercitivas dos seus correligionários brasileiros ou da Teologia da Libertação, este blog continuará na linha católica anti-comunista, pelo bem do Brasil. MAIS

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Multidão acompanha enterro de bispo resistente ao comunismo na China


Mais de 20.000 católicos comparecem às exéquias de Mons. Tiago Lin Xili [foto], bispo “clandestino” (resistente ao comunismo) de Wenzhou, informou a agência AsiaNews.

O cortejo tomou duas horas e meia para chegar até o cemitério e foi precedido por uma foto do bispo de dois metros de altura recoberta de flores.

O socialismo tentou em vão impedir que o corpo do prelado fosse revestido com as insígnias episcopais, mas proibiu toda foto que o apresentasse com mitra e cruz pastoral.

O comunismo entende bem a importância revolucionária de banir esses símbolos.

O bispo passou seus últimos anos condenado a trabalhos forçados e depois em prisão domiciliar.

Seu martírio reforçou a coesão dos 120 mil fiéis da diocese.

Mais de mil policiais fizeram vigilância ostensiva, mas não ousaram intervir.

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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Estatismo enforca revista símbolo da liberdade econômica e de expressão


A revista quinzenal “Caijing” (finanças em chinês) representou uma tentativa pioneira de jornalismo independente na China. Porém, as pressões do governo forçaram a demissão de 68 funcionários e a fundadora e diretora de redação, Hu Shuli, abandonará a publicação.

A crise foi desencadeada aproveitando a precariedade do estatuto jurídico das empresas público-privadas no país.

A diretora aprovou reportagens investigativas que apresentando a realidade prejudicavam a imagem da ditadura socialista.

Ela, então, foi pressionada a desistir dessa linha e convidada a “produzir material jornalístico simpático a anunciantes”, entre os quais as empresas com participação estatal têm destacada parte.

Com o fim de “Caijing” livre encerrar-se-ia uma exceção. A de uma publicação sem censura. No resto do país, a impressa executa a vontade dos ministérios e a censura do Partido Comunista reina nas redações.


Entre seus “crimes” anti-socialistas, “Caijing” revelou que a epidemia da Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave) também penetrara na China e denunciou a precariedade de centenas de prédios escolares que desabaram no terremoto de Sichuan em 2008 (foto ao lado).

Para se fazer uma idéia da importância que o regime concede a esse “crime”, o dissidente Huang Qi que denunciou a má administração das escolas afetadas pelo terremoto, foi condenado por “posse ilegal de segredos de Estado” pelo tribunal do distrito de Wuhou, Chengdu. Semelhante “crime” espantosamente impreciso é invocado regularmente pelo regime comunista para afogar toda oposição e encarcerar os dissidentes.

Em 11 anos de vida, a revista não chegou a ser fechada nem a diretora Hu presa devido a que Wang Boming, diretor da empresa que publica a revista, é filho de um figurão do Partido Comunista.

As publicações e jornalistas que desafiaram a linha oficial, entretanto, tiveram uma sorte bem diversa e muito triste.


A revista teve uma circulação de 250 mil exemplares. É lida pela elite econômica chinesa, e era a mais lucrativa do país.

Seus jornalistas não podiam receber propinas ‒ prática generalizada nos jornais estatais e praticada abertamente no transcurso de entrevistas coletivas.


Maio de 2008: "Caijing" publica foto de cemitério de crianças mortas no terremoto e enterradas só com um numero.


“Caijing” empregava 300 funcionários e reproduzia iniciativas da revista britânica “The Economist”, lançando ao fim de cada ano uma edição especial com perspectivas para o ano seguinte. Organizava conferências pelo mundo.

O desvirtuamento de “Caijing” acompanha uma forte tendência de re-estatização na China, análoga ao rampante estatismo na América Latina, liderado por Hugo Chávez, Cristina Kirchner e Lula da Silva.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Intoxicações coletivas viram rotina e geram sublevações populares


O mau cheiro de uma estação de tratamento de esgoto serviu de estopim para um protesto de 10 mil pessoas em Fengwei, Província de Fujian, no leste da China. Segundo o “Miami Herald”, os manifestantes enfrentaram 2.000 policiais, em choques que deixaram ao menos dez feridos.

A ONG Centro de Informações para Direitos Humanos e Democracia informou que os habitantes de Fengwei acusam a estação de esgoto de liberar um odor nauseabundo, contaminar o ar, provocar doenças em crianças e idosos e poluir até o mar. Durante um debate sobre o tema, um funcionário da prefeitura teve seu carro destruído e foi feito refém pela multidão.


Uma mulher que mora a uma centena de metros da estação e não deu o nome por temor de represálias disse que as pessoas diante do cheiro pestilencial “vomitam ou desmaiam quando sentem”.

O Departamento de Propaganda do Partido Comunista reconheceu os distúrbios em termos confusos.

Em Wenping, província de Hunan, mais de 1.300 crianças ficaram envenenadas com chumbo pelas emanações da fábrica de processamento de manganês Wugang Smelting. Dias antes, emissões de uma fundição de chumbo numa outra província causaram centenas de vítimas.

A fábrica de Wenping abriu em maio de 2008 e funcionava sem aprovação ambiental, a menos de 500 metros de duas escolas, uma primária e outra secundária, e um jardim de infância.


O governo reconheceu que dois funcionários estavam sendo investigados. O resultado do inquérito dependerá de conchavos na sede do partido comunista.

Os protestos de massa por causa de intoxicações coletivas e problemas ambientais grosseiramente ignorados pelo governo ocorrem regularmente na China.

Na ONU, o presidente Hu Jintao fez promessas sobre meio ambiente muito aplaudidas pela mídia ocidental.

Mas, isso é para consumo externo. Na China, vigora o oposto e de um modo cruel acirrado pelo desejo de impor a hegemonia chinesa ao mundo.

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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Metais raros: Pequim passa a corda no pescoço de Ocidente


A China endurece o controle e exportação de minérios pouco conhecidos mas estratégicos que quase só se exploram no seu território.

Ela produz 93% dos chamados elementos de terras raras e mais de 99% de elementos ‒ como o disprósio, o térbio e o neodímio ‒ vitais para tecnologias de energia verde e aplicações militares, como mísseis, informou o “The New York Times”.

Esses minérios são chamados “raros” não porque sejam pouco abundantes, mas porque é difícil separar-los de outros com que habitualmente estão mesclados na natureza. Conferir.

Deng Xiaoping alertara os chineses para chegando o momento oportuno fazer com esses minérios uma chantagem ao Ocidente como a Opep fizera com o petróleo.

O plano está a cargo do Ministério da Indústria e da Tecnologia da Informação. Por enquanto visa forçar os fabricantes internacionais a produzir no país os equipamentos que requerem esses minérios. Sem isso as empresas não teriam acesso aos minérios. Também sem isso a China não teria ao alcance da mão as cobiçadas tecnologias que só os ocidentais conhecem.

Cada ano a China reduz o limite de terras raras que será exportado. Para distender as vítimas, Pequim disse a governos ocidentais e empresas multinacionais que não proibiria totalmente a exportação dos vitais disprósio e térbio.

Os ocidentais apalparam então o que significa ter a corda no pescoço puxada por um carrasco enigmático e ideológico.

Os minérios vitais são usados no fabrico de turbinas de vento e carros híbridos, como o Prius da Toyota. A General Motors e a Força Aérea dos EUA criaram ímãs usados nas aletas de orientação dos mísseis, disse Jack Lifton, químico que ajudou a desenvolve-los.

Alguns desses minérios são extraídos com métodos que danificam gravemente o meio ambiente. Mas, a China sabe que nenhuma ONG ecologista virá a apresentar alguma oposição séria.

A extração no mundo livre está cada vez mais obstada por controles. Em conseqüência, “cada vez mais fábricas estão se mudando à China”, explicou Dudley Kings-North, consultor em Perth, Austrália, e autoridade na matéria. Dessa maneira, Ocidente fica sempre mais dependente do arbítrio chinês.

O plano de hegemonia planetária de Mao vai sendo executado em meio à imprevisão e ao pragmatismo míope de certos ocidentais. Até o dia que a China der o aperto final na corda...

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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Auge de repressão no 60º aniversário da revolução socialista


A China herdeira de Mão Tsé-tung comemorou 60 anos de comunismo com opressiva exibição de poder para glorificar seu fundador e a nomenklatura que o perpetua na tirania do país.

O “regime popular” interditou o povo de assistir aos imensos festejos. Os pequineses não podiam sequer assomar pelas janelas que deviam permanecer estritamente fechadas.

Na cidade só se ingressava com o beneplácito da ditadura. Para maior segurança, os hotéis centrais tiveram todos seus quartos “requisitados pelo Estado” ou foram simplesmente esvaziados.

As atrações turísticas também foram interditadas. Empinar pipas ou vender facas de cozinha ficou proibido dias antes com pretexto de segurança.

200 mil policiais e 1 milhão de “vigilantes voluntários” patrulhavam as ruas. O imenso aeroporto de Pequim também foi fechado durante a parada militar e 180 vôos cancelados. Tanques foram espalhados pelas ruas para evitar protestos e calar os dissidentes, segundo “O Globo”. A população devia denunciar “pessoas ou atos suspeitos”.

A capital ficou isolada por um cordão de segurança. Barreiras policiais revistavam longamente os veículos que queriam entrar.

Após a parada, houve um espalhafatoso show ‒ só para os homens de confiança e convidados especiais do regime ‒ dirigido pelo cineasta Zhang Yimou, responsável pelo espetáculo de abertura da Olimpíada de Pequim.

Oceano de seres humanos massificados

A implacabilidade das proibições e as fraudes das imagens transmitidas precisamente na abertura de ditas Olimpíadas levaram a não poucos assistentes do espetáculo televisivo a se perguntarem se não se tratava de mais uma montagem com base em “efeitos especiais”.

Impressão análoga suscitou no público o exibicionismo pela TV de armamentos, alguns com certo ar de brinquedo.

O desfile alardeou uma perfeição robótica que revela o grau de despersonalização exigido pelo socialismo chinês dos cidadãos-escravos.

Três jornalistas japoneses da agência Kyodo News foram agredidos por policiais que invadiram seu quarto no Hotel Beijing, nas proximidades da Praça Tiananmen. Os policiais chutaram os repórteres, os forçaram a se ajoelhar e destruíram seus computadores.

O governo sinalizou assim a “liberdade” dos jornalistas para não dizerem coisa alguma que lanhe ainda que de leve a imagem do socialismo ditatorial.

“Nenhum acadêmico que se dedica hoje a acompanhar a evolução da História da China aposta em mudanças democráticas de qualquer espécie em curto ou médio prazos”, acrescentou “O Globo”.

O presidente Hu Jintao passou revista à multidão de soldados-robôs, numa isolamento exclusivista que evoca as massificantes cerimônias de culto à personalidade nos sinistros tempos de Hitler, Stalin e do comemorado Mao Tsé-tung.

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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Cárceres clandestinos multiplicam-se como fungos em Pequim

Uma jovem de 20 anos originária de Jieshou, província de Anhui, descreveu seu seqüestro pela polícia e internação num “cárcere negro” ou clandestino de Pequim, informou o diário “The Washington Times”. O nome da moça não foi publicado para evitar represálias da “democracia socialista”.

A existência desses cárceres secretos ficou notória durante os Jogos Olímpicos.

Desde essa época eles se multiplicam como fungos, escreveu o jornal americano. Exteriormente parecem ser hotéis, ou fábricas abandonadas, mas dentro funcionam presídios administrados pela polícia.

Nesses locais, as vítimas são ameaçadas, espancadas ou mortas se não desistirem da queixa contra a administração do Partido Comunista e se não voltam logo para sua cidade.

A jovem fez o que fazem milhares de chineses: pegou o trem para ir apresentar uma queixa ante o governo em Pequim. Porém, pouco depois de chegar foi seqüestrada pela polícia perto da centralíssima Praça Tianannem e jogada numa cela com outras detentas (foto acima).

Acabou sendo violada por um guarda. Onze testemunhas viram a agressão. O crime revoltou os presos que arrebentaram portas e grades e fugiram. O guarda responsável também fugiu.

O povo apela esses “hotéis” da repressão de “cárceres negros” (foto ao lado). As autoridades regionais avisam a Pequim da partida de descontentes que tencionam apresentar queixa diante do governo central pelos mais variados motivos, até econômicos ou de emprego.

Os queixosos são aguardados por policiais ou bandidos a soldo que agem do mesmo modo. O grupo de advogados Chinese Human Rights Defenders documentou o funcionamento de mais de uma dúzia desses “cárceres negros” na capital chinesa. Neles, centenas de cidadãos descontentes são rutinariamente encarcerados, diz o pesquisador Wang Songlian.

O regime socialista nega, mas ninguém acredita nele. Nada indica que esses cárceres negros estejam em diminuição e não há perigo que o presidente Obama venha a se interessar pelos direitos humanos de opositores do comunismo. Se fossem esquerdistas ou islâmicos provavelmente a regra seria a inversa, e a mídia estaria martelando sem cessar os crimes em série dos cárceres clandestinos da ditadura chinesa.

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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Jovem morto em campo para “viciados em Internet” reaviva suspeitas sobre a repressão socialista

O jovem chinês Deng Senshan [foto], 15, morreu estranhamente num “centro de reabilitação para vício em internet” na Província de Guangxi, informou a agência de notícias oficial Xinhua. Deng foi espancado até morrer menos de um dia depois de os seus pais o enviarem ao campo, segundo a versão governista.

Porém, o caso suscita interrogações. O governo chinês está engajado numa luta de supervivência para censurar a Internet. E continuamente passa sinais intimidantes para os usuários.

Segundo a versão oficial da Xinhua, diversas marcas foram encontradas no corpo do jovem e quatro agentes do Campo de Treinamento de Salvação de Qihang foram presos.

Para lavar um pouco o rosto, o ministro da Saúde proibiu o uso de “terapia de eletrochoque” em supostos drogados em internet. Magro consolo para os dissidentes...

A primeira clínica marxista para tratar o “vício em internet”, na realidade é parte de um hospital militar de Pequim. Seu diretor, Tao Ran, não teve vergonha ao dizer que mortes como essa não são excepcionais, pois raros campos usam métodos científicos, mas sim disciplina crua. No que é que isto se diferencia de tortura? Tao Ran não explicou.

Tao deplorou que muitos usuários da internet não exercem autocontrole. Obviamente, se o exercessem deveriam estar cantando louvores a Mão Tsé Tung e não se interessando por matérias que o regime desaprova como liberdade, direitos e religião.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Violência abala fábricas chinesas


O diário “Le Figaro” de Paris informou de mais uma das milhares de revoltas camponesas e operárias no gigante com pés de barro.

A siderúrgica Tonghua Iron & Steel, no nordeste do país, licenciou 30.000 operários em virtude da crise industrial.

Os operários revoltados lincharam o diretor geral da firma Chen Guojun, segundo o diário oficial “China Daily”. A polícia comunista tentou reprimir os operários mas encontrou inesperada oposição.

Os populares se sentiam continuamente enganados pelos membros do Partido Comunista que dirigem a empresa.

Jamais viu-se antes tamanha revolta na China. “Eu ouvi casos de patrões seqüestrados recentemente, mas de patrões linchados (...) é a primeira vez” garantiu Jean-Philippe Béja, do Centro Francês de Estudos sobre a China Contemporânea (CEFC), de Hong Kong.

Por trás de uma enganadora aparência de estabilidade profundas divisões sociais dilaceram a China.

Estes lutuosos fatos não são bem focalizados pela imprensa brasileira. Eles de si prejudicam a imagem de superpotência que a China quer passar de si mesma. Se tivesse acontecido num país ocidental seria matéria para manchetes desmoralizadoras do capitalismo privado.

Entretanto, o Brasil não pode ser mantido na ignorância do que lá se passa.

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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Camponeses expropriados à beira da fome e do desespero

Na China, milhares de camponeses estão perdendo campos e casas expropriados pelo socialismo. O governo argüi a necessidade de desenvolver o país, mas as vítimas dizem se tratar de abusos sistemáticos dos membros do Partido Comunista.

Os conflitos mais violentos estão acontecendo nas regiões de Henan, Zheijiang e Guangdong, segundo a agência AsiaNews.

Em Gushi (Henan) o pretexto do Partido é construir uma fábrica de cimento. Os camponeses respondem que estão lhes tirando a única fonte de sustentação e se dizem dispostos a resistir.

Wang Dengyou, residente na aldeia de Dongba, declarou à agência Radio Free Asia que os camponeses não aceitarão a indenização indecorosa que oferece o governo.

Eles não sabem fazer outra coisa e sem as terras não terão o quê comer.

Guo Yongchang, secretário provincial do Partido Comunista quer tirar as terras dos agricultores pobres visando oferecé-las para conjuntos industriais, comerciais ou do Estado.

Na aldeia de Sisha (Zhejiang) os camponeses só perceberam a manobra do governo quando tratores começaram a nivelar os vizinhos morros de Yanyushan.

Os tratores eram protegidos por dezenas de policiais anti-motim e bandidos contratados por uma empresa.

Na cidadinha de Nanwan (Gaungdong), milhares de pessoas protestaram diante da prefeitura (foto) contra a expropriação de suas terras para construir uma criação de enguias. O governo nada responde e finge não perceber.

Os protestos de massa na China foram mais de 87.000 em 2008, segundo dados oficiais.

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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Prostitutas chinesas pagas pelo governo norte-americano


Parece pouco acreditável, entretanto a CNSNews informou que o Instituto Nacional para o Abuso de Alcool e Alcoolismo dos EUA (NIAA), que pertence ao Instituto Nacional da Saúde (NIH), pagará $2,6 milhões de dólares “para treinar as prostitutas chinesas a beberem com responsabilidade no seu trabalho”!

É mais de um dos estímulos oficiais à imoralidade no mundo que a administração americana vêm promovendo desde a ascensão do presidente Obama.

O Dr. Xiaoming Li, chefe do programa, é diretor do Prevention Research Center na Escola de Medicina da Universidade Estadual de Wayne, Detroit.

O dinheiro será investido na província de Guangxi onde a prostituição favoreceu vertiginoso crescimento da Aids, sobre tudo nas áreas para turistas estrangeiros. A experiência mostra uma conexão entre prostituição, alcoolismo e Aids.

O meretrício, como toda atividade que envolve dinheiro, está coligada com esquemas do governo marxista, embora oficialmente seja ilegal.

Ralph Hingson, diretor de epidemiologia e prevençao no NIAA, reconheceu para CNSNews que “há muitos americanos que viajam para China todo ano e deveriam tomar consciência do problema do Aids” no “paraíso socialista”.

Porém a administração Obama, em lugar de favorecer a moralidade, único força que pode por freio à avançada do Aids, estimula o oposto.

Isto é procura a meta, aliás, irrealizável, do “pecado seguro”.

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Produtos chineses feitos com matéria nojenta

Reportagem do muito oficial jornal South China Morning Post, de Hong Kong, informa que uma moça de Guangdong, na China fez um repugnante achado quando usou elásticos para prender cabelo.

Os prendedores eram feitos de preservativos! Fatos análogos ocorreram nas cidades de Dongguan e Guangzhou (outrora conhecida como Cantão), informou a BBC News Brasil.

O jornal local New Express Daily de Cantão contou que a jovem chamada Chen ganhou um pacote elásticos de cabelo como brinde num salão de beleza da cidade.

Chen disse que os anéis eram recobertos por um material colorido que parecia fio de lã, mas que certa manhã uma parte do revestimento se soltou e ela pôde ver do que era realmente feito o produto.

“A cor da borracha me pareceu estranha. Normalmente, os elásticos são de outra cor”, contou Chen.

“Eu desenrolei a cobertura e descobri uma coisa que se parecia muito com um preservativo. É realmente inacreditável e nojento”, acrescentou.

Chen desmanchou outro prendedor do mesmo pacote e viu que era feito com o mesmo material.

O jornal disse que pode se tratar de material do lixo que a China importa do Ocidente para reciclar, ficando aberta a possibilidade de que tenham sido empregados repugnantes preservativos usados.

Segundo o New Express Daily, os prendedores foram feitos na província de Zhejiang, e o fabricante não atendia telefonemas.

O fato encaixa-se inteiramente na filosofia materialista oficial. O socialismo chinês quer impor sua hegemonia comercial a qualquer preço.

No caso, ainda achincalha suas vítimas chinesas e, provavelmente ocidentais, que compram baratinho objetos feitos com lixo moralmente repelente.

É próprio do socialismo nivelador.

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terça-feira, 28 de julho de 2009

Ataques cibernéticos atingem EUA e a Coréia do Sul: a China também é suspeita

Uma série de ataques cibernéticos paralisou computadores da Casa Branca, do Pentágono, da Bolsa de Valores de Nova York, o jornal “The Washington Post” e órgãos da Coréia do Sul, informou “La Nación” de Buenos Aires.

Um poderoso ataque começou o 4 de julho, dia da Independência dos EUA, e foi mais vasto do que se imaginou no primeiro momento.

Também foram atingidas a Agência de Segurança Nacional, o Departamento de Segurança Interior, o Departamento de Estado e o mercado de valores Nasdaq. A maioria dos alvos pôde bloquear as tentativas com sucesso.

Alguns sites do governo americano – como os do Departamento do Tesouro, da Comissão Federal de Comércio e do Serviço Secreto ‒ ainda sofriam problemas dez dias após o início da investida.

Os sites de 11 repartições sul-coreanas, incluindo o palácio presidencial e o ministério da Defensa, registraram problemas de acesso, informou a Agência estatal de Segurança Informativa Coreana.

“A origem dos ataques será difícil de rastrear”, garantiu o professor Peter Sommer, especialista em terrorismo cibernético da Escola de Economia de Londres. Porém, desde um primeiro momento suspeitou-se da Coréia do Norte.

Entretanto, as suspeitas mais subtis apontavam para a China. As agressões cibernéticas contra as redes computacionais do governo americano já ficaram freqüentes e habitualmente atribuem-se à guerra secreta chinesa.

De fato, os recursos tecnológicos da Coréia do Norte são de tal maneira pífios que custa supor que possam permitir uma ofensiva como a deste mês. Entretanto, Pyongyang pode ter se emprestado a servir de ponte para os golpes digitais de Pequim.

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terça-feira, 21 de julho de 2009

Socialismo leva chineses ao desespero e ao suicídio

Um suicida cada 2 minutos
Cada dois minutos um chinês comete suicídio [foto] informou a agência France-Presse. O país comunista tem um dos piores índices de suicídio do mundo.

E este é apenas um dos muitos preços pagos pela população para a realização do sonho maoísta de hegemonia mundial.

A família tradicional e os antigos clãs familiares foram desfeitos pela revolução socialista. As relações sociais ficaram esmigalhadas e a solidão submete os indivíduos a graus de estresse formidáveis.

O controle brutal da natalidade formou uma geração de filhos únicos sem irmãos e sem ambiente psicológico para se desenvolverem naturalmente. Ao mesmo tempo, os pais do filho único depositam as expectativas que depositariam numa família numerosa. Com isso, os filhos únicos se sentem obrigados a produzir resultados irrealizáveis.

Os anciãos são abandonados – uma coisa impensável na antiga sociedade chinesa que venerava os antepassados. Os hospitais psiquiátricos estão lotados “porque os laços familiares foram dissolvidos. As pessoas estão mais isoladas umas das outras”, explica o Dr. Huo Datong, primeiro psicanalista autorizado a trabalhar na China.

Política do filho único

Há entre 250.000 e 300.000 suicídios por ano na China socialista. A cifra equivale a 25% do total mundial. Além do mais, é o único país do mundo em que as mulheres se tiram a vida mais dos que os homens: 58% do total nacional é feminino.

É também fora do comum que haja mais suicídios no campo do que nas cidades. “Três ou quatro vezes maior do que nas cidades”, diz o professor Yang Qing, que ensina psicologia na Universidade de Shenzhen

O psicólogo Zhu Wanli, de Chongqing aponta uma diferença fundamental: “Aqui não é como no Ocidente onde a maioria tem uma fé religiosa. A maioria das pessoas aqui não tem religião alguma, especialmente os mais jovens”. Faltou acrescentar que essa é uma das conseqüências catastróficas do socialismo igualitário e materialista.

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terça-feira, 7 de julho de 2009

Doentes mentais trabalhavam como escravos em fábricas chinesas


Mais dez empresários chineses foram presos por maltratar e escravizar doentes mentais em fábricas de tijolos do leste da China, informou a agência oficial “Xinhua”.

Os resgatados encontravam-se em tal estado que nem sabiam dizer onde estavam, observou Gao Jie, diretor do Birô de Segurança Pública de Jieshou.

O espantoso fato não é novo e até corriqueiro, acontecendo sob o olhar cúmplice das autoridades.

A escravidão é um sistema até oficial e atinge milhões em fábricas-prisão, campos de re-educação pelo socialismo e até fábricas oficiais que trabalham para firmas ocidentais.

Alguns casos paroxísticos são debelados pelas autoridades para lavar a imagem do sistema.

Em 2007, na província de Shanxi (norte) o governo reconheceu que 1.300 crianças e doentes mentais eram usadas acorrentadas como escravos, em diversas fábricas. 95 políticos foram punidos.

O caso atual só veio a tona quando as famílias denunciaram pela Internet que seus filhos foram seqüestrados e vendidos como escravos em Shanxi. Hoje o governo socialista trabalha ativamente para que denúncias dessas não possam aparecer mais na Internet.

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

Socialismo estende perseguição a qualquer grupo que use o nome cristão

Religiosa católica 'clandestina' surrada pela polícia socialistaAs vantagens repressivas da política socialista chinesa de aproximação com eclesiásticos católicos dispostos a “dialogar” com a ditadura marxista está levando os repressores a fazerem mais vítimas: os próprios protestantes e sincretistas!

Religiosa católica 'clandestina' surrada pela polícia socialista

Documento secreto do Partido Comunista visa inseri-los num esquema de submissão análogo ao praticado com os católicos por meio da Associação Patriótica (pseudo-católica).

Perto de 50 milhões de protestantes ou seguidores de crenças sincréticas que incluem o cristianismo deverão entrar em Associações Patrióticas do gênero da “católica”, ou serão simplesmente eliminados.

O documento foi revelado e difundido integralmente pela China Aid Association, baseada nos EUA, e é datado de 24 de julho de 2007.

Foi obtido na prefeitura de Jingmen (província de Hubei) e enviado subrepticiamente ao exterior. O número de série do documento foi apagado para evitar o reconhecimento do funcionário que permitiu o vazamento. Se reconhecido pode perder a vida.

Liu Bainian, funcionário marxista chefe da 'Associação Patriótica' que oprmme os católicosLiu Bainian, funcionário marxista chefe da 'Associação Patriótica' que oprime os católicos

A campanha repressiva – revela o documento – foi elaborada pelo governo central após um encontro nacional do Seminário de Trabalho Cristão (mais conhecido como “Conferência 601”, de 1° junho 2007), presidida por agentes do governo central para os Assuntos religiosos.

O objetivo explícito é “lutar contra as atividades de infiltração por parte de forças hostis estrangeiras sob manto de religião cristã e resguardar a estabilidade na nossa sociedade e no terreno religioso”. Trata-se de palavreados habitualmente usados para levar adiante a perseguição religiosa.

Na prática, todos os grupos que a qualquer título reivindicam o rótulo cristão deverão ser absorvidos pelo “Movimento das Três Autonomias”, agência do Estado socialista que funcionará como “expressão única do cristianismo protestante”, sob o látego marxista.

O documento ordena a “estandardização” dos locais de reunião cristãos, de suas atividades e um registro dos pastores. O regime empenhar-se-á em “educar a maioria” deles, de “isolar e eliminar as pequenas minorias” e oferecer uma “paciente e acurada educação ideológica”, na qual, obviamente não faltará o marxismo.

Mons Li Shan, bispo de Pequim que os fiéis acham serviçal da ditaduraMons Li Shan, bispo de Pequim que os fiéis acham serviçal da ditadura

Para tal resultado, o plano oficial aconselha fazer um levantamento de “locais de encontro, participantes, endereços e estilos”; verificar “se há infiltração de forças estrangeiras ou trabalho missionário estrangeiro que envolva superstições feudais ou heresias”.

Em tudo, o regime age como Supremo Inquisidor em matéria de ortodoxia religiosa. Na realidade, visará quem discorda do socialismo, ou manifesta gosto pela propriedade privada, a tradição ou a família. Estas instituições são “superstições feudais” no linguajar maoísta.

O inquérito incluirá “o conteúdo das pregações, a história pessoal dos missionários e seus perfis, suas fontes de sustento pessoal, situação financeira, atividades, membros mais importantes do grupo e pessoas que habitualmente participam das reuniões religiosas”.

Em breve, normas persecutórias religiosas que vem sendo aplicadas há décadas contra os católicos fiéis a Roma com a anuência ou colaboração sorrateira até da esquerda católica ocidental.

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terça-feira, 26 de maio de 2009

Ciberespiões invadem rede elétrica do país


O Wall Street Journal publicou reportagem afirmando que ciberespiões da China e da Rússia invadiram a rede elétrica dos EUA e instalaram programas que poderiam interromper o fornecimento de energia.

Apesar de não terem danificado a rede ou sua infraestrutura, fontes ouvidas pelo jornal alertaram que isso poderia ser feito em caso de guerra.

(Fonte: O Estado de S. Paulo, quinta-feira, 9 de abril de 2009)

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terça-feira, 12 de maio de 2009

China apóia provocação da Coréia do Norte explorando a moleza de Obama

Misil nortecoreano desafia o mundo
Aproveitando a indefinição e as inexplicáveis concessões da política externa americana, a China e a Rússia estão multiplicando as provocações militares.

A Coréia do Norte disparou um míssil “de comunicações” mundialmente interpretado como um desafio ao mundo [foto]. E ficou impávida com o apóio da China e dos países socialistas na ONU. Obama soltou uns gemidos mas engoliu a provocação.

Embarcações de guerra chinesas hostilizaram o navio militar americano Impeccable, chegando a se posicionar a apenas sete metros dele. O Impeccable realizava uma missão de reconhecimento em águas internacionais do Mar da China. O Pentágono enviou um destróier a protegê-lo.

Também foi revelado que, por ocasião da viagem ao Canadá do inconvincente presidente Obama, na sua primeira visita ao exterior, avião de reconhecimento russo Bear tentou violar o espaço aéreo canadense, sendo dissuadido pela força aérea.

Submarino chinesEsse tipo de provocações vinha se reproduzindo na Europa e no Pacífico, mas nunca ficou tão perto do continente americano.

O vetusto armamento russo e chinês não deveria ser fonte de grande preocupação.

Mas a insegurança, moleza e entreguismo moral adotado pelo presidente esquerdista americano transformam meras escaramuças psicológicas em derrotas morais, prelúdio de futuras catástrofes.



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terça-feira, 28 de abril de 2009

China explora a crise visando a hegemonia marxista mundial

Zhou Xiaochuan, presidente Banco Central
No meio da crise que aflige as economias, o Banco Central da China comunista sugere substituir o dólar por uma moeda internacional desligada de qualquer governo.

A proposta foi divulgada no site do BC chinês com a assinatura do seu presidente Zhou Xiaochuan.

A medida é de difícil implementação em épocas de bonança. Mas, propó-la em meio a crise foi mais um feio golpe desferido à confiança na moeda americana e na economia mundial. As grandes bolsas voltaram a cair, e a própria China deu astuto meio passo atrás no dia seguinte.

Pequim é o maior detentor de títulos do Tesouro americano e poderia sofrer graves perdas se o dólar ficasse abalado. Exercicio militar chines, ShijiazhuangPorém, Mao instruiu seus discípulos, que hoje mandam em Pequim, para não hesitarem em sacrificar a vida de 300 milhões de chineses se esse é o preço para estabelecer a hegemonia maoísta no mundo.

Com maior razão a China pouco se importará em perder perto de um trilhão de dólares em títulos americanos se, a esse “pequeno” preço conseguir derrubar a economia de seu maior adversário ideológico: os EUA.

Pouco depois Pequim concedeu 70 bilhões de yuans num crédito swap à Argentina. O gesto, embora limitado, revelou o sonho acariciado pela ditadura socialista: algum dia fazer de sua moeda o valor de referencia mundial para melhor garantir a supremacia socialista no mundo.

Declarações do presidente Lula na linha de substituir o dólar nas relações econômicas internacionais devem ter sido acolhidas com alegria nos antros da ditadura de Pequim.

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terça-feira, 14 de abril de 2009

Bispos e dezenas de padres presos na China: fruto de acordo falaz proposto pela ditadura

Mons. Giulio Jia Zhiguo, bispo de Wuqiu preso pela polícia chinesaMons. Jia Zhiguo, bispo “subterrâneo” (fiel a Roma) de Zhengding foi seqüestrado na sua cassa por cinco policiais e está “desaparecido”.

Este novo abuso repressivo representou mais um “golpe para a estratégia de unificação da Igreja chinesa lançada pela Santa Sé”, escreveu o Pe. Bernardo Cevellera, diretor da agência AsiaNews e um dos maiores conhecedores do catolicismo chinês.

Os fiéis chineses acham que essa estratégia só serve à ditadura comunista.

D. Jia tem 74 anos e sofre várias doenças contraídas nos longos anos passados nos cárceres comunistas, além das ligadas à idade. A policia socialista tenta doutriná-lo nas posições anti-católicas do Partido Comunista.

Também lhe exige aderir à Associação Patriótica, coisa que leva a romper com a Santa Sé, qualquer que seja a modalidade escolhida.

O bispo “patriótico” (submisso ao PC chinês) Mons. Jang Taoran, de Shijiazhuang, tinha-se reconciliado com a Santa Sé e aceitara colaborar com D. Jia, ficando seu bispo auxiliar.

Porém, a cismática “Igreja patriótica” não quer saber de acordos sinceros, mas apenas de manobras para pôr os católicos verdadeiros sob a bota da ditadura socialista. E denunciou os dois.

Porta campo concentração de SujiantunA polícia chinesa disse a D. Jia que “a unidade dos bispos é ruim porque desejada por uma potência estrangeira como o Vaticano. Se unidade haverá, será através do governo e da Associação Patriótica”.

D. Jia recusou-se a assinar a adesão a esse grupo dissidente e a polícia prometeu puni-lo. Agora efetivou as ameaças.

Na mesma região de Hebei, o sacerdote “clandestino” (fiel a Roma) Paolo Ma, 55, de Dung Lü, foi preso por celebrar a Missa para um grupo de fiéis.

Os controles e prisões arbitrárias estão aumentando nessa região onde se concentra grande parte dos católicos chineses, noticiou AsiaNews.

O esquema repressivo do governo conluiado com os sacerdotes e bispos “patrióticos” acelerou as violências, pois se aproxima o aniversário do assassinato de Mons. Giuseppe Fan Xueyan, bispo de Baoding.

Ele é considerado mártir pelos genuínos católicos. Todo ano os fiéis visitam seu túmulo onde fazem orações em comum.

Sacerdote confessa na ruaD. Fan foi seqüestrado pela polícia e levado a um campo de concentração em 1992. Na noite de 13 de abril do mesmo ano seu corpo com evidentes sinais de tortura foi abandonado num saco de lixo na porta da casa de parentes.

AsiaNews lembra que há mais dois bispos “subterrâneos” desaparecidos há anos: D. Giacomo Su Zhimin (da diocese de Baoding, Hebei), seqüestrado pela polícia em 1996, e D. Cosma Shi Enxiang (diocese de Yixian, Hebei), 86, “desaparecido” em 13 de abril de 2001.

Também há dezenas de sacerdotes “subterrâneos” em prisões e campos de trabalho forçado. Tal vez alguns deles já ingressaram na gloriosa coorte de mártires que desde o Céu intercedem junto a Nossa Senhora pela conversão do conjunto da China.

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terça-feira, 31 de março de 2009

Controle das natalidade leva ao desespero milhões de chinesas

Sala de abortos na ChinaNa China, todo ano, mais de 13 milhões de crianças são mortas no seio materno por aborto, informou LifeSiteNews.

O 55% do total das chinesas já sofreu um. 27,3 % dos mais de 100 milhões de mulheres na faixa dos 20 já tiveram um filho assassinado.

O 35,97% de 8.846 mulheres que abortaram em Pequim em 10 hospitais, o fizeram por segunda vez num período inferior a um ano. Estas macabras estatísticas foram apresentadas pelo governo em Xangai.

As estatísticas oficiais constatam que o 70,7% das mulheres quer ter mais filhos. Porém, elas são forçadas pelo governo socialista a abortar, se esterilizar ou a alguma outra violência contra seus direitos e instintos mais básicos.

Jovem traumatizada após praticarem nela o 2º aborto, QingdaoO ministro Jiang Fan reconheceu que essas mães sofrem de solidão e contraem doenças psíquicas. Mas, com a insensibilidade amoral da planificação socialista, na hora de apresentar estes dados o Dr Liu Xiaoai, vice-diretor do Shanghai Institute of Family Planning Technical Instruction, pediu mais anticonceptivos e mais técnicas contra a concepção.

A política abortista do socialismo chinês trouxe imensos problemas socioeconômicos derivados do desequilíbrio entre o número de homens e mulheres (as crianças de sexo feminino são as mais abortadas), falta de esposas (o que leva a comprá-las) tráfico sexual, prostituição e escalada recorde dos suicídios e da AIDS.

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terça-feira, 17 de março de 2009

Católicos chineses recusam falsa convivência com o comunismo

Mons Li Shan, bispo ordenado com aprovação vaticana agora trai Roma, dizem pequineses
Mons. Li Shan, bispo "patriótico" de Pekín age ligado ao Partido Comunista.
Fiéis o consideram "traidor" ao Papa e à Igreja.




São cada vez mais numerosos os católicos pequineses que acusam o atual bispo da capital ‒ D. José Li Shan, 44 (foto) ‒ de trair a Igreja Católica e o Papa, escreveu o Pe. Bernardo Cervellera, diretor da agência AsiaNews.

Os escândalos provocados por D. José Li Shan, em verdade eram previsíveis considerando seu passado de colaboração com a ditadura marxista.

Entretanto, um véu de pudor envolvia o nome do bispo pelo fato de ter sido ordenado em 21 de setembro de 2007 com a aprovação da Santa Sé. Mas desde que voltou a repetir o surrado slogan “amar a pátria, amar a Igreja”, que na China sempre foi interpretado como submeter a Igreja ao Partido Comunista, esse véu se desfez.

D. Li Shan voltou a denunciar as “graves interferências por parte do poder político estrangeiro [leia-se Roma] e da Igreja clandestina” [leia-se os católicos fiéis ao Papa]. D. Li atacou aqueles que “criam dificuldades tentando nos convencer a abandonar o princípio da autogestão da Igreja [i. é, a autonomia em relação à Santa Sé], nos fazendo voltar ao passado”.

Liu Bainian, vice-presidente da Associação Patriótica, agente do partico comunista para chefiar a cismática igreja patriótica
Liu Bainian,funcionário do governo,
é o verdadeiro chefe da "Igreja Patriótica" subserviente do comunismo.
O bispo de Pequim reivindica a democracia na Igreja. Quer dizer, que bispos, pastoral, teologia, opções pastorais fiquem nas mãos de uma assembleia de clero e leigos dominada pelos agentes do Partido Comunista.

Algo muito parecido com o que sempre pregaram os progressistas no Brasil.

Enquete da agência Asia News revelou que muitos bispos oficiais ou concordatários não julgam dita dependência da Igreja Patriótica ao comunismo como “inconciliável” com a doutrina católica.

O Cardeal de Hong Kong, D. Joseph Zen Ze-kiun, fez um apelo aos bispos e padres da Igreja oficial pro-comunista para não aceitarem acordos com o regime anticristão. O apelo está no artigo “Inspirados no martírio de Santo Estevão”.

O corajoso Cardeal de Hong Kong é contraditado por missionários comuno-progressistas como o Pe. Jerome Heyndrickx.

Para este religioso colaboracionista, a resistência ao comunismo tem que acabar, e os bispos devem se afiliar à Igreja oficial pro-comunista. O missionário manipula nesse sentido uma carta de S.S.Bento XVI à China. Porém, o cardeal Zen recusa essa interpretação.

Cardeal de Hong Kong, D.Joseph Zen apelou bispos e padres a cessarem o colaboracionismo com a ditadura socialistaO perigo de compromissos comuno-progressistas é grande, na ótica do Cardeal Zen. Por isso ele alertou contra as ambiguidades e os enganosos elogios de um acordo com Pequim.

E acrescentou:

“Então, o martírio teria se transformado numa estupidez?

“Isso é absurdo! Miopia! O compromisso pode ser uma estratégia provisória, mas não pode durar sempre.

“Estar unidos ao Santo Padre em secreto e ao mesmo tempo fazer parte de uma Igreja que se declara autônoma de Roma é contraditório. (...)

“Caros irmãos bispos e sacerdotes, nossos sofrimentos pela fé são a fonte da vitória, embora de momento possam parecer uma derrota”.